Via Caminhos da Memória, leia-se o texto de José Manuel Pureza chamado Obviamente, a partir da carta de D. António Ferreira Gomes a Salazar (no Entre os textos da memória).
Fica um trecho: «Ainda hoje pagamos caro esse aprisionamento dos católicos na unicidade e no acantonamento. Ainda hoje se presume, dentro e fora da Igreja, que ser católico é uma filiação clubista, indiferenciadora, com deveres de lealdade típicos de uma seita – religiosa ou laica – mas não de uma igreja livre numa sociedade livre, que vivem o pluralismo como um bem.»
