Na sequência de posts anteriores uma proposta interessante, inteligente, e quem sabe possível. De Rui Bebiano (que, além de colaborar com Os livros ardem mal, tem o seu próprio blog A terceira noite) A ver se algum gestor lhe pega
«Não será possível então criar-se uma espécie de liga hanseática de livrarias decentes, em condições de se dirigir para quem gosta mesmo de livros, de gerir stocks comuns, e, um pouco como acontece já com as redes de bibliotecas, de efectuar permutas em função dos interesses dos clientes, reduzindo dessa forma os condicionamentos financeiros impostos por um armazenamento disperso? Admito que chegar a tal disposição requeira imaginação, bastante iniciativa, algum tempo e muito trabalho. Mas todos nós, aqueles que amamos a leitura, que continuamos a encher as nossas casas com livros e mais livros, e que não pertencemos ainda a uma espécie em vias de extinção, agradeceríamos o esforço. E até pagaríamos por isso.»
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P.S. – Afinal, para uma rede livreira até seria bastante fácil; aliás a Almedina faz isso em pequena escala com o stock das várias lojas.