ou a praia dos ingleses, no Porto
fotos de Carlos Romão, retiradas do blogue A cidade surpreendente.
ou a praia dos ingleses, no Porto
fotos de Carlos Romão, retiradas do blogue A cidade surpreendente.
Ter opinião nestes tempos de miséria não é fácil. Apetece não ter ou calá-la. A opinião é um irritante a mais em tempos em que o que não faltam são irritantes. JPP, no Abrupto.
Mas não há ninguém que pare isto???
José Sócrates esteve na Escola do Freixo, em Ponte de Lima, a entregar computadores aos alunos do 1.º ciclo. Mas, depois de o primeiro-ministro ir embora, as crianças tiveram de devolver os Magalhães…
a ler aqui.
one day more
another day. another destiny
it’s a never-ending road to calvary
Entrevista à SIC notícias aqui.
Já que os empresários gostam tanto destas teorias pode ser que mudem…
A completa impunidade política continua, continuará. Mas, na minha ingenuidade, acredito que não nos vamos esquecer disto:
quando formos votar.
Nem disto:
Ainda no mês passado, o CDS fez a seguinte pergunta ao Governo: “Em primeiro lugar, é ou não verdade que as dívidas do Estado às pequenas e médias empresas já são dívida pública, só que ela não está escriturada? Aceita emitir dívida pública para pôr na tesouraria das empresas, rapidamente e depressa, aquilo que o Estado deve?”
Resposta de José Sócrates: ”Sr. Deputado, no próximo ano, vamos pagar mais umas centenas de milhões de juros. Se aumentamos a dívida pública, aumentamos os juros sobre essa dívida! Não há «almoços grátis», como o Sr. Deputado sabe! E é por isso que o Estado não quer aumentar a dívida pública. E não a quer aumentar para poupar aos portugueses o encargo com os juros, porque essa dívida pública tem juros que pesam no Orçamento. E se, para o ano, já vamos pagar mais juros do que este ano, dada a subida do custo do crédito, é evidente que a proposta que faz tem um peso orçamental,…
O Sr. Paulo Portas (CDS-PP): — Qual?!
O Sr. Primeiro-Ministro: — … que, do meu ponto de vista, não é suportável.”
O take da lusa de hoje:
“ O Governo admite recorrer à emissão de dívida pública para regularizar as dívidas do Estado às empresas, estimada pelo executivo em 2.450 milhões de euros, revelou hoje o Ministro das Finanças.”» (retirado do 31 da Armada).
Entre tantas outras coisas.
Veja-se os Gato Fedorento também: